Livreto Celebrativo | Santa Missa Mensal aos Fiéis Defuntos | Diocese de Leiria-Fátima




LIVRETO CELEBRATIVO

SANTA MISSA PARA TODOS OS CLERIGOS DEFUNTOS



06.09.2026

RITOS INICIAIS 
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Até quando o Senhor Jesus virá em sua glória, e, destruída a morte, ser-lhe-ão submetidas todas as coisas, alguns de seus discípulos são peregrinos na terra; outros, que passaram desta vida, estão se purificando; outros, enfim, gozam da glória, contemplando a Deus. Todos, porém, comungamos na mesma caridade de Deus. Portanto, a união entre aqueles que estão a caminho e os irmãos falecidos de maneira alguma se interrompe, antes vê-se fortalecida pela comunhão dos bens espirituais (cf. LG 49). A Igreja, desde os primeiros tempos, vem cultivando com grande piedade a memória dos defuntos e oferecendo por eles seus sufrágios (ibidem, 50 ). Nos ritos fúnebres, a Igreja celebra com fé o mistério pascal, na certeza de que todos que se tornaram pelo Batismo membros do Cristo crucificado e ressuscitado, através da morte, passam com ele à vida sem fim (cf. Rito das Exéquias, 1). A celebração da Comemoração de todos os fiéis defuntos teve início, também em Roma, no séc. XIV.

* Nesta comemoração utilizam-se paramentos roxos, brancos ou pretos. Neste dia, não se ornamenta o altar com flores; e o toque do órgão e de outros instrumentos só é permitido para sustentar o canto.

Alocução: A liturgia da Comemoração dos Fiéis Defuntos nos chama a reconhecer que o propósito de Deus para a humanidade é um propósito de vida. No fim do caminho humano, não encontramos a morte, o vazio ou o fracasso, mas sim a comunhão com Deus, a plena realização do ser humano, a felicidade duradoura e a vida eterna. Com esse entendimento, elevemos nossas orações por nossos entes queridos que já partiram deste mundo, incluindo aqueles que hoje trazemos em nossa memória: 

1. Carlito da Silva Moreira 1 ano e  4 meses de falecido ( Avô de Dom Gustavo Moreira )
2. José Eustáquio ferreira (avô do Padre Gilmar)
3. Issac Caldeirada (amigo de Vander Alexandre)
4. Dirce Corelhano Gomes Pinhal (tia de Pe. Giovanni Coreliano)
5. ⁠Edilson Xavier dos Santos
( pai do Pe. André Xavier )
6.Santo Padre o Papa Francisco
   7. Lázaro de Andrade (4 anos de vida eterna) avô do Pe. Anthonny Rafael
8 Iracema Albuquerque Cavalcante avó do padre Kleber Eduardo (5 meses)
 9. Vítimas no Nepal, Ana Conceição Peixoto (avô de Dom Felype), Pe. Luís Llamas (ex pároco em minha cidade)
10. Inês Ferreira da Silva (Avó do Pe. José Luiz); Apoliana dos Santos Silva Nascimento (Madrinha do Pe. José Luiz).
11. Antônio Amorim da Silva (Avô do Pe. Ian Lima).
12. Aurora Pinheiro e Tiago Lobo (Bisavó e primo do Pe. João Gabriel)
13. Joceila Gomes Ramos (minha irmã, fara 2 anos de falecimento dia 29 de Outubro Frei Cláudio Maurício O.Carm.)
14. Benedito Brás de Oliveira, Oneide Maria Silvério (de nascimento é Oneide Maria Fonseca), Jesus silvério (avós padre Pedro)
15. Padre Antônio Martins Irineu (Antigo reitor do Santuário Diocesano de Fatima da Serra Grande, Pe. Carlos Igor)
16. Padre. Fernando ( antigo pároco da minha paróquia Pe. Pedro Henrique)
17. René William Pimenta e Daniel Tomé Pimenta (parentes do Pe. Giovanni Coreliano)
18. Dom Ricardo Guerrino Brusati(Antigo Bispo diocesano da minha diocese) e Monsenhor Antônio Fagundes(ex pároco da minha paróquia)Pe. João Gabriel.
19. Evilásio Diniz Bezerra da Silva e Noélia Bezerra da Silva (Tio-avô e Bisavó do Pe. Ígor Gustavo
20. Padre Francisco Borges (pároco do pe.carlos Eduardo)
21. José Oliveira da Silva(Avô do Diácono Andrey Davi)"Arquidiocese de São Paulo
22.  José Matoso 
(Avô do Seminarista Kauã)
       Francisca Costa 
(Avó do Seminarista Kauã)
      Gilberto Regô
 (Tio do Seminarista Kauã)
23. Elizeu ferreira (vô do frei Pedro)
24. Marialva Borges ( Tia do padre Jaellson)
25. Pelos padres missionários do Sagrado Coração de Jesus
26. Nelson de jesus Silva ( avô do diácono erivelton)
27. Frei Aventino, foi ordenado recentemente tendo falecido na terra de envio na missão Timor Leste. (Da ilha do fogo, amigo de Frei Cláudio)
28. Vó e vô paterno de Dom Matheus Silva 


CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

REQUIEM ÆTERNAM DONA EIS, DOMINE.
ET LUX PERPÉTUA LUCEAT EIS.
TE DECET HYMNUS DEUS, IN SION.
ET TİBI REDDETUR VOTUM IN IERUSALEM.
EXAUDI ORATIONEM MEAM;
AD TE OMISS CARO VENIET REQUIEM 
REQUIEM ÆTERNAM DONA EIS, DOMINE,
ET LUZ  PERPÉTUA LUCIET EIS..
REQUIEM ÆTERNAM DONA EIS, DOMINE,
ET LUX PERPÉTUA LUCIEEAT EIS.



ANTÍFONA DE ENTRADA 

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno e brilhe para eles a vossa luz.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo para que tenha piedade de nós, pecadores

Após um momento de silêncio:
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor
℟.: Porque somos pecadores.

Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia
℟.: E dai-nos a vossa salvação.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
Seguem-se as invocações Kyrie, eléison

ORAÇÃO COLETA

Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Onipotente e eterno Deus, a quem sempre suplicamos com a esperança de alcançar misericórdia, sede propício para com os vossos servos (N. e N.), que partiram desta vida confessando o vosso nome, e concedei que sejam contados no número dos vossos santos. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Sb 3, 1-9 ou Sb 3, 1-6. 9)

Ⓗ A forma breve encontra-se entre colchetes.

Leitor: Leitura do Livro da Sabedoria
A vida dos justos está nas mãos de Deus, e nenhum tormento os atingirá. Aos olhos dos insensatos parecem ter morrido; sua saída do mundo foi considerada uma desgraça, e sua partida do meio de nós, uma destruição; mas eles estão em paz. Aos olhos dos homens parecem ter sido castigados, mas sua esperança é cheia de imortalidade; tendo sofrido leves correções, serão cumulados de grandes bens, porque Deus os pôs à prova e os achou dignos de si. Provou-os como se prova o ouro no fogo e aceitou-os como ofertas de holocausto; [no dia do seu julgamento hão de brilhar, correndo como centelhas no meio da palha; vão julgar as nações e dominar os povos, e o Senhor reinará sobre eles para sempre.] Os que nele confiam compreenderão a verdade, e os que perseveram no amor ficarão junto dele, porque a graça e a misericórdia são para seus eleitos.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

— O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO.

— O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO; DE QUEM EU TEREI MEDO? O SENHOR É A PROTEÇÃO DA MINHA VIDA; PERANTE QUEM EU TREMEREI?

— AO SENHOR EU PEÇO APENAS UMA COISA, E É SÓ ISTO QUE EU DESEJO: HABITAR NO SANTUÁRIO DO SENHOR POR TODA A MINHA VIDA; SABOREAR A SUAVIDADE DO SENHOR E CONTEMPLÁ-LO NO SEU TEMPLO.

— Ó SENHOR, OUVI A VOZ DO MEU APELO, ATENDEI POR COMPAIXÃO! É VOSSA FACE QUE EU PROCURO. NÃO AFASTEIS EM VOSSA IRA O VOSSO SERVO, SOIS VÓS O MEU AUXÍLIO!

— SEI QUE A BONDADE DO SENHOR EU HEI DE VER NA TERRA DOS VIVENTES. ESPERA NO SENHOR E TEM CORAGEM, ESPERA NO SENHOR!

Ou, para a recitação:
O Senhor é minha luz e salvação.

— O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei?

— Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, e é só isto que eu desejo: habitar no santuário do Senhor por toda a minha vida; saborear a suavidade do Senhor e contemplá-lo no seu templo.

— Ó Senhor, ouvi a voz do meu apelo, atendei por compaixão! É vossa face que eu procuro. Não afasteis em vossa ira o vosso servo, sois vós o meu auxílio!

— Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes. Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor!

SEGUNDA LEITURA
(Ap 21, 1-5a.6b-7)

Leitor: Leitura do Livro do Apocalipse de São João
E Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra. Pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, de junto de Deus, vestida qual esposa enfeitada para o seu marido.Então, ouvi uma voz forte que saía do trono e dizia: “Esta é a morada de Deus entre os homens. Deus vai morar no meio deles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus estará com eles. Deus enxugará toda lágrima dos seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem choro, nem dor, porque passou o que havia antes”. Aquele que está sentado no trono disse: “Eis que faço novas todas as coisas. Eu sou Alfa e Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, eu darei, de graça, da fonte da água viva. O vencedor receberá esta herança, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

BENDITOS DO PAI, 
APOSSAI-VOS DO REINO,
QUE FOI PREPARADO 
BEM DESDE O COMEÇO!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Ou, para recitação:
℟.: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣.: Benditos do Pai, se apossai-vos do Reino, que foi preparado bem desde o começo!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Mt 25, 31-46)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Quando o Filho do Homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos, então se assentará em seu trono glorioso. Todos os povos da terra serão reunidos diante dele, e ele separará uns dos outros, assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. E colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo! Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar’. Então os justos lhe perguntarão: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa, e sem roupa e te vestimos? Quando foi que te vimos doente ou preso, e fomos te visitar?’ Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo, que todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!’ Depois o Rei dirá aos que estiverem à sua esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e para os seus anjos. Pois eu estava com fome e não me destes de comer; eu estava com sede e não me destes de beber; eu era estrangeiro e não me recebestes em casa; eu estava nu e não me vestistes; eu estava doente e na prisão e não fostes me visitar’. E responderão também eles: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, ou com sede, como estrangeiro, ou nu, doente ou preso, e não te servimos?’ Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo, todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes!’ Portanto, estes irão para o castigo eterno, enquanto os justos irão para a vida eterna”
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.: Imploremos a salvação dos vivos e dos falecidos a Deus Pai todo-poderoso, que ressuscitou o seu Filho Jesus Cristo.
℟.: Senhor, escutai a nossa prece. 

1. Para que firme o povo cristão na fé e na unidade, roguemos ao Senhor

2. Para que afaste do mundo inteiro a crueldade das guerras, roguemos ao Senhor.

3. Para que se mostre verdadeiro pai dos nossos irmãos e irmãs sem trabalho, sem alimento ou sem abrigo, roguemos ao Senhor.

4. Para que torne participante da liturgia celeste aqueles que exerceram na Igreja o ministério sacerdotal, roguemos ao Senhor.

Pres.: Ó Deus, seja nossa oração proveitosa aos vossos filhos e filhas, para que, purificados de todos os pecados, participem da vossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Onipotente e misericordioso Deus, purifique-nos o sacramento que recebemos, e concedei que este sacrifício seja fonte de perdão para nós, força para os fracos, apoio nos perigos e, para os vivos e defuntos, remissão dos pecados e penhor de eterna redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO DOS DEFUNTOS V
(NOSSA RESSURREIÇÃO PELA VITÓRIA DE CRISTO)

Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, embora mereçamos morrer, por vossa graça e amor de Pai nós, os derrotados pela morte por causa do pecado, somos redimidos pela vitória de Cristo e com ele chamados de volta à vida. Por isso, com os Anjos e Santos do céu, nós vos celebramos sem cessar aqui na terra, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
 sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
 a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o Vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, Jesus tomou o pão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
 pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente;
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração. Então prossegue;

Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
 ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
inclina-se levemente;
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o papa Inocêncio II, com o nosso bispo Marcio Cetnarski e seu auxiliar José Roberto, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, Os Apóstolos, (São N. Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
Une as mãos
 por Jesus Cristo, vosso Filho.


DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente.  Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

℟.: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Senhor nosso Deus, vosso Filho se ofereceu como hóstia viva; aceitai, nós vos pedimos, o sacrifício da vossa Igreja para que vossos servos (N. e N.), absolvidos de todos os pecados, alcancem o prêmio da imortalidade. Por Cristo, nosso Senhor.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.:
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Senhor, que acolhestes o sacrifício que celebramos, derramai a abundância da vossa misericórdia sobre os vossos fiéis defuntos e concedei a plenitude da alegria eterna aos que agraciastes com o dom do Batismo. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.


ORAÇÃO PELOS SACERDOTES DEFUNTOS

Pres.: Deus dos espíritos e de toda carne, que, havendo conculcado a morte, vencestes o demônio e destes a vida ao vosso mundo: vós mesmo, Senhor, dai à alma dos vossos servos sacerdotes. defuntos o repouso em lugar luminoso, em lugar verdejante, em lugar de refrigério, do qual estejam longe o sofrimento, a dor e o lamento; perdoai, qual Deus bondoso e clemente, todo culpa por eles cometida por palavra, obra ou pensamento, porque não há homem que viva e não peque; pois somente vós sois sem pecado, e a vossa justiça é justiça pelos séculos, e a vossa palavra é verdade. Porque sois a ressurreição, a vida e o repouso dos vossos servos sacerdotes. defuntos, ó Cristo nosso Deus, também a vós rendemos glória, com o vosso Pai ingênito e o vosso santíssimo, bondoso e vivificante Espírito, agora e para sempre, pelos séculos dos séculos. Amém.

Pres.: Dai-lhe, Senhor, o descanso eterno.
℟.:E brilhe para ele a luz perpétua.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL 

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Deus, criador e Pai, que na ressurreição do seu Filho deu aos que creem a esperança na ressurreição, derrame sobre vós a sua benção
℟.: Amém.

Pres.: Cristo, que nos redimiu por sua cruz, vos renove em seu amor e conceda aos que morreram a luz e a paz
℟.: Amém.

Pres.: O Espírito Consolador conceda gozar a felicidade prometida a vós que esperais a vinda gloriosa do Senhor
℟.: Amém.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

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