JUBILEU 5 ANOS DE DOM TIAGO CARDEAL PINA - LIVRETO CELEBRATIVO

 

LIVRETO CELEBRATIVO

EUCARISTIA SOLENE DO JUBILEU ANIVERSÁRIO DE 5 ANOS DE DOM TIAGO CARDEAL PINA

11.05.2026

ABERTURA DA PEREGRINAÇÃO INTERNACIONAL ANIVERSÁRIA


RITOS INICIAIS

Reunido o povo, o sacerdote e os ministros encaminham-se para o altar enquanto se executa o cântico de entrada.

Ao chegar ao altar, o sacerdote, feita uma inclinação profunda juntamente com os ministros, beija o altar e, conforme as circunstâncias, incensa a cruz e o altar. Depois, dirige-se para a sua cadeira, juntamente com os ministros.

Terminado o cântico de entrada, sacerdote e fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Depois, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo, dizendo:
Pres.: O Deus da esperança, que, pela ação do Espírito Santo, nos alegra com a sua paz, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, ou o diácono, ou um ministro idóneo, pode fazer aos fiéis uma brevíssima introdução à Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Em seguida, o sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial, dizendo:
Pres.: De coração humilde e contrito pela consciência dos nossos pecados, voltemo-nos para Deus, que é santo.

Guardam-se alguns momentos de silêncio.

Seguidamente, o sacerdote diz:
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.
℟.: Porque somos pecadores.

Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
℟.: E dai-nos a vossa salvação.

Em seguida , diz-se o Kyrie Eleison.
V.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.

V.: Christe, eléison.
℟.: Christe, eléison.

V.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.

Em seguida, segundo as rubricas, canta-se ou recita-se o hino:
Glória in excélsis Deo
et in terra pax homínibus bonae voluntátis. 
Laudámus te, benedícimus te, adorámus te, glorificámus te, grátias ágimus tibi propter magnam glóriam tuam, Dómine Deus, Rex cæléstis, Deus Pater omnípotens.
Dómine Fili unigénite, Iesu Christe, Dómine Deus, Agnus Dei, Fílius Patris, qui tollis peccáta mundi, miserére nobis; qui tollis peccáta mundi, súscipe deprecatiónem nostram. 
Qui sedes ad déxteram Patris, miserére nobis. 
Quóniam tu solus Sanctus, tu solus Dóminus, tu solus Altíssimus, Iesu Christe, cum Sancto Spíritu: in glória Dei Patris. 
Amen.

ORAÇÃO COLETA

Pres.: Oremos.
E todos, juntamente com o sacerdote, oram em silêncio durante alguns momentos. 
Depois, o sacerdote, de braços abertos, diz a oração coleta.
Deus, Pai das misericórdias, cujo Filho unigénito, pregado na cruz, nos deu a sua própria Mãe, a Virgem santa Maria, como nossa Mãe, fazei que a Igreja, assistida pelo seu amor materno, exulte com o número e a santidade dos seus filhos e reúna, numa só família, todos os povos da terra. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(1Rs 8, 22-23.27-30)

Leitor: Leitura do Primeiro Livro dos Reis
Naqueles dias, o rei Salomão, de pé, diante do altar do Senhor, na presença de toda a assembleia de Israel,
estendeu as mãos para o céu e disse:
«Senhor, Deus de Israel! Não há nenhum Deus como Vós, nem lá no alto dos céus, nem cá em baixo sobre a terra. Vós sois fiel à aliança e conservais a benevolência para com os vossos servos, quando eles andam na vossa presença de todo o coração. Mas será possível que Deus habite com os homens na terra? Se os céus e os mais altos céus não podem abranger-Vos, muito menos esta casa que eu edifiquei! Estai atento, Senhor, meu Deus, à prece e à oração do vosso servo, escutai o apelo e a súplica que hoje Vos dirige. Os vossos olhos estejam abertos, dia e noite, sobre esta casa, sobre este lugar do qual dissestes: ‘Aí estará o meu nome’. Escutai a oração que neste lugar Vos dirigir o vosso servo, atendei a súplica do vosso servo e de Israel, vosso povo, quando eles rezarem neste lugar. Escutai da vossa morada no céu; escutai e concedei o perdão».
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
Sl 83 (84), 3.4.5 e 10.11 (R. 2)

℟. Como é admirável a vossa morada, Senhor do universo!

— A minha alma suspira ansiosamente pelos átrios do Senhor. O meu ser e a minha carne exultam no Deus vivo. ℟.

— Até as aves do céu encontram abrigo e as andorinhas um ninho para os seus filhos, junto dos vossos altares, Senhor dos Exércitos, meu Rei e meu Deus. ℟.

— Felizes os que moram em vossa casa: podem louvar-Vos continuamente. Contemplai, ó Deus, nosso protetor, ponde os olhos no rosto do vosso Ungido. ℟.

— Um dia em vossos átrios vale por mais de mil longe de Vós. Antes quero ficar no vestíbulo da casa do meu Deus, do que habitar nas tendas dos pecadores. ℟.

SEGUNDA LEITURA
(1Pd 2, 4-9)

Leitor: Leitura da Primeira Epístola de São Pedro
Caríssimos: Aproximai-vos do Senhor, que é a pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus. E vós mesmos, como pedras vivas, entrai na construção deste templo espiritual, para constituirdes um sacerdócio santo, destinado a oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por Jesus Cristo. Por isso se lê na Escritura: «Vou pôr em Sião uma pedra angular, escolhida e preciosa; e quem nela puser a sua confiança não será confundido». Honra, portanto, a vós que acreditais. Para os incrédulos, porém, «a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular», «pedra de tropeço e pedra de escândalo». Tropeçaram por não acreditarem na palavra, pois foram para isso destinados. Vós, porém, sois «geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido por Deus, para anunciar os louvores» d’Aquele que vos chamou das trevas para a sua luz admirável.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Mt 16, 18)

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
· Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as forças do Inferno não prevalecerão contra ela.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Entretanto, o sacerdote impõe incenso, sendo usado, no turíbulo. Em seguida, o diácono que tiver de proclamar o Evangelho, profundamente inclinado diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa, dizendo:
Diác.: A vossa bênção.

O sacerdote, em voz baixa, diz:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono benze-se e responde:
Diác.: Amém.

EVANGELHO
(Mt 16, 13-19)

A seguir, o diácono ou o sacerdote, dirige-se para o ambão, acompanhado dos acólitos que podem levar o incenso e os círios, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo segundo são Mateus
Ao mesmo tempo faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo na fronte, na boca e no peito, e o mesmo fazem todos os demais.
℟.: Glória a vós, Senhor.

A seguir, quando se usar o incenso, o diácono ou o sacerdote incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, Jesus foi para os lados de Cesareia de Filipe e perguntou aos seus discípulos: «Quem dizem os homens que é o Filho do homem?». Eles responderam: «Uns dizem que é João Batista, outros que é Elias, outros que é Jeremias ou algum dos profetas». Jesus perguntou: «E vós, quem dizeis que Eu sou?». Então, Simão Pedro tomou a palavra e disse: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo». Jesus respondeu-lhe: «Feliz de ti, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne e o sangue que to revelaram, mas sim meu Pai que está nos céus. Também Eu te digo: Tu és Pedro; sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus».
℣.: Palavra da Salvação.  
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silencio a oração.
℣.: Por este santo Evangelho, perdoai-nos, Senhor.

HOMILIA

Depois, segue-se a homilia, que deve ser feita pelo sacerdote ou pelo diácono, todos os domingos e festas de preceito e recomendada nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ

Terminada a homilia, canta-se ou recita-se, quando é prescrito, o símbolo ou profissão de fé.

Credo in unum Deum,
Patrem omnipoténtem, factórem cæli et terræ, visibílium ómnium et invisibílium.
Et in unum Dóminum Iesum Christum, Fílium Dei unigénitum, et ex Patre natum ante ómnia saécula.
Deum de Deo, lumen de lúmine, Deum verum de Deo vero, génitum, non factum, consubstantiálem Patri: per quem ómnia facta sunt.
Qui propter nos hómines et propter nostram salútem
descéndit de cælis.
Ad verba quæ sequuntur, usque ad factus est, omnes se inclinant:
Et incarnátus est de Spíritu Sancto ex María Vírgine, et homo factus est.
Crucifíxus étiam pro nobis sub Póntio Piláto; passus et sepúltus est, et resurréxit tértia die, secúndum Scriptúras, et ascendit in caelum, sedet ad déxteram Patris. 
Et íterum ventúrus est cum glória, iudicáre vivos et mórtuos, cuius regni non erit finis.
Et in Spíritum Sanctum, Dóminum et vivificántem: qui ex Patre Filióque procédit.
Qui cum Patre et Fílio simul adorátur et conglorificátur: qui locútus est per prophétas.
Et unam, sanctam, cathólicam et apostólicam Ecclésiam.
Confíteor unum baptísma in remissiónem peccatórum.
Et exspécto resurrectiónem mortuórum, et vitam ventúri sæculi. Amen.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.: Irmãos e irmãs: Elevemos as nossas orações a Deus Pai todo-poderoso e, por intercessão da gloriosa Virgem Maria, invoquemos a divina misericórdia, cantando, com fé e esperança:
℟.: Mater Ecclesiae, Ora pro Nobis

1. Para que a Igreja, esposa de Cristo, acolha como a Virgem Maria a palavra da salvação e, pelo Baptismo, dê à luz novos filhos, oremos.

2. Para que a Rainha da paz e Mãe da Igreja inspire o sentido da justiça aos governantes, a fim de trabalharem pelo bem de todos os povos, oremos.

3. Para que os discípulos de Cristo, no mundo inteiro, cheguem à unidade da fé e da caridade e imitem o coração da Mãe de Deus, oremos.

4. Para que todos os que choram e estão tristes sintam a protecção e a presença da Mãe de misericórdia, nas suas aflições e ansiedades, oremos.

5. Para que as adolescentes e jovens cresçam puras como a Virgem de Nazaré e cheguem à verdadeira santidade, oremos.

6. Por todas as Pessoas vítimas de abusos; para que Deus nosso Senhor conceda a cura das suas feridas, coragem aos que as acompanham, conforto às famílias e torne cada vez mais a Igreja um ambiente seguro, oremos.

7. Para que os fiéis desta assembleia, sintam a ajuda poderosa da Mãe de Jesus, quando chegar o seu último combate, oremos.

Pres.: Senhor nosso Deus, mostrai a vossa misericórdia aos filhos que Vos amam e suplicam e que humildemente entregam as suas preces nas mãos da Virgem Santa Maria, Mãe da Igreja. Por Cristo Senhor nosso.
℟.: Amém.


LITURGIA EUCARÍSTICA

Terminada a oração universal, inicia-se o cântico do ofertório. Entretanto, os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para as necessidades da Igreja e dos pobres, conforme os costumes locais.

O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a com ambas as mãos um pouco acima do altar, diz em voz baixa:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho do homem, que hoje Vos apresentamos e que para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim, o povo pode aclamar: 
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho, sejamos participantes da divindade d’Aquele que assumiu a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o com ambas as mãos um pouco acima do altar, diz em voz baixa:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho do homem, que hoje Vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim, o povo pode aclamar: 
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio:
Pres.: De coração humilhado e contrito sejamos recebidos por Vós, Senhor. Assim o nosso sacrifício seja agradável a vossos olhos, Senhor nosso Deus.

Depois, usando-se o incenso, incensa as oblatas, a cruz e o altar. A seguir, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, da minha iniquidade e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
Pres.: Orai, irmãos, para que as nossas alegrias e tristezas de cada dia, unidas ao sacrifício de Cristo,
sejam aceites por Deus Pai todo-poderoso.
O povo levanta-se e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, de braços abertos, o sacerdote diz a oração sobre as oblatas.
Pres.: Recebei, Senhor, as nossas oferendas e transformai-as em sacramento de salvação, pelo qual nos confiemos mais fervorosamente ao amor da Virgem santa Maria, Mãe da Igreja, e colaboremos com maior diligência na obra da redenção. Por Cristo nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO V DA VIRGEM SANTA MARIA
(Maria, imagem e mãe da Igreja)

Depois, o sacerdote começa a Oração eucarística.

Abrindo os braços diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Pres.: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, e exaltar a vossa infinita bondade, na celebração da memória da Virgem santa Maria.

Recebendo o vosso Verbo em seu coração imaculado, Ela mereceu concebê-l’O em seu seio virginal e, dando à luz o Criador do universo, preparou o nascimento da Igreja. Junto à cruz, aceitou o testamento da caridade divina e recebeu todos os homens como seus filhos, pela morte de Cristo gerados para a vida eterna.

Enquanto esperava, com os apóstolos, a vinda do Espírito Santo, associando-se às preces dos discípulos, tornou-se modelo admirável da Igreja em oração. Elevada à glória do céu, assiste com amor materno a Igreja, ainda peregrina sobre a terra, protegendo misericordiosamente os seus passos
a caminho da pátria celeste, enquanto espera a vinda gloriosa do Senhor.

Por isso, com os anjos e os santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

SANTO
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Vós, Senhor, sois verdadeiramente santo e todas as criaturas cantam os vossos louvores, porque dais a vida e santificais todas as coisas, por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, com o poder do Espírito Santo, e não cessais de reunir para Vós um povo, que, de um extremo ao outro da terra, Vos ofereça uma oblação pura.

Junta as mãos e, estendendo-as sobre as oblatas, diz:
Pres.: Humildemente Vos suplicamos, Senhor: santificai, pelo Espírito Santo, estes dons que Vos apresentamos,
Junta as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e sobre o cálice, dizendo:
para que se convertam no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
Junta as mãos.
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor devem pronunciar-se clara e distintamente, como o requer a natureza das mesmas palavras.
Pres.: Na noite em que Ele ia ser entregue,
Toma o pão e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
Tomou o pão, dando graças Vos bendisse, partiu-o e deu-o aos seus discípulos
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração.

Pres.: De igual modo, no fim da Ceia,
Toma o cálice e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
Tomou o cálice, dando graças Vos bendisse e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé!
℟.:Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, Senhor, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua admirável ressurreição e ascensão aos céus, e esperando a sua vinda gloriosa, nós Vos oferecemos, em ação de graças, este sacrifício vivo e santo.

Pres.: Olhai benignamente para a oblação da vossa Igreja: vede nela a vítima que nos reconciliou convosco e fazei que, alimentando-nos do Corpo e Sangue do vosso Filho, cheios do seu Espírito Santo, sejamos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C: O Espírito Santo faça de nós uma oferenda permanente, a fim de alcançarmos a herança eterna,
em companhia dos vossos eleitos, com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os bem-aventurados apóstolos e gloriosos mártires, São Francisco e Santa Jacinta Marto, e todos os santos, por cuja intercessão esperamos sempre o vosso auxílio.

2C: Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro; confirmai a vossa Igreja na fé e na caridade, ao longo da sua peregrinação na terra, com o vosso servo, o nosso Papa Inocêncio II, e com o meu irmão Ítalo Silva e Gabriel Santos, bispos desta Igreja, e comigo, vosso indigno servo, e todos os bispos e ministros sagrados,
e todo o povo por Vós redimido.

3C: Atendei benignamente às preces desta família, que Vos dignastes reunir na vossa presença. Reconduzi a Vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos dispersos. Lembrai-Vos dos nossos irmãos defuntos
e de todos os que morreram na vossa amizade, nomeadamente todas as intenções particulares que tendes convosco. Acolhei-os com bondade no vosso reino, onde também nós esperamos ser recebidos, para vivermos com eles eternamente na vossa glória, por nosso Senhor Jesus Cristo.
Junta as mãos.
Por Ele concedeis ao mundo todos os bens.

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.


ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos juntas, diz:
Pres.: Porque nos chamamos e somos filhos de Deus,
ousamos dizer com toda a confiança:

Abre os braços e, juntamente com o povo, continua:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

De braços abertos, o sacerdote diz sozinho:
Pres.: Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.
Junta as mãos.
℟.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade,
Junta as mãos.
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e juntando as mãos, diz:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, conforme as circunstâncias, o diácono ou o sacerdote acrescenta:
℣.: Como filhos do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Todos se saúdam, segundo os costumes locais, em sinal de mútua paz, comunhão e caridade. O sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, toma a hóstia, parte-a sobre a patena e deita um fragmento no cálice, dizendo em silêncio:
Esta união do Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Entretanto, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos juntas, diz em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, que, por vontade do Pai e com o poder do Espírito Santo, destes a vida ao mundo pela vossa morte, livrai-me de todos os meus pecados e de todo o mal, por este vosso santíssimo Corpo e Sangue; conservai-me sempre fiel aos vossos mandamentos e não permitais que eu me separe de Vós.

O sacerdote genuflete, toma a hóstia, levanta-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice e, voltado para o povo, diz em voz alta:
Pres.: Felizes os convidados para o banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

Depois, toma a patena ou a píxide, aproxima-se dos comungantes e, elevando um pouco a hóstia, mostra-a a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


COMUNHÃO

Terminada a distribuição da Comunhão, o sacerdote ou o diácono, ou o acólito instituído, purifica a patena sobre o cálice e o próprio cálice.

Durante a purificação, o sacerdote diz em silêncio:
Pres.: O que em nossa boca recebemos, Senhor, seja por nós acolhido em coração puro, e estes dons da vida temporal se tornem remédio de vida eterna.

Então, o sacerdote pode voltar para a sua cadeira. Se convier, podem guar
dar-se uns momentos de silêncio sagrado, ou recitar um salmo ou um cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, de pé, junto da sua cadeira ou do altar, o sacerdote, voltado para o povo, diz, de mãos juntas:
Pres.:
Oremos.
Em seguida, o sacerdote diz, de braços abertos, a oração depois da comunhão:
Senhor, que neste admirável sacramento, nos destes o penhor da redenção e da vida, fazei que a vossa Igreja, com o auxílio materno da Virgem santa Maria, leve a todos os povos o anúncio do Evangelho e renove a face da terra com os dons do vosso Espírito. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.

RITOS FINAIS

Seguem-se, se os houver, breves avisos ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na sua falta, o sacerdote, exorta os fiéis com estas palavras:
V.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz as fórmulas da bênção.

Pres.: Deus, que, na sua benigna providência, por meio do seu Filho, nascido da Virgem santa Maria, quis salvar o género humano, Se digne enriquecer-vos com a sua bênção.
O povo responde:
℟.: Amém.

Pres.: Deus vos faça sentir, sempre e em toda a parte, a proteção da Virgem santa Maria, pela qual recebestes o Autor da vida.
O povo responde:
℟.: Amém.

Pres.: A todos vós, que hoje aqui devotamente vos reunistes, Deus vos conceda a alegria espiritual e a recompensa eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.:
A bênção de Deus todo-poderoso, Pai, Filho  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
℟.: Amém.

Em seguida, o diácono ou o próprio sacerdote, de mãos juntas e voltado para o povo, diz:
Diác. ou Pres.: A alegria do Senhor seja a vossa força.
Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!


Em seguida, o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a inclinação profunda com os ministros, retira-se.

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